Estamos quase famosos... rss...
Já tivemos mais de 1.000 pessoas diferentes vendo o nosso blog...
E viram quantas bandeirinhas novas?...
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Já tivemos mais de 1.000 pessoas diferentes vendo o nosso blog...
E viram quantas bandeirinhas novas?...
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Minhas queridas amigas leitoras (es),
A todos os anônimos muito obrigado pelos vossos comentários e pelas palavras de incentivo e carinho...
Oiiiiiiiiiiii Bia – Realmente você está mesmo de olho no nosso blog... Um beijinho para toda a família... Bia, quem mandou você tomar a pílula azul?... rss...
Familia de S. Paulo – Criar dois filhos na idade adolescente não é fácil não... Obrigado pela força...
Tia da Bia – É verdade, já vamos a caminho dos 38 mil... Sonhar é preciso...
Sara – Será que vou conseguir surpreende-la de novo?... Cuidado com a pílula azul... rss...
Seguidora assídua – A intenção deste blog é verificar se existem alternativas a este caos em que se transformou a nossa vida e sua viabilidade... Se aprendermos alguma coisa, nos fizer pensar e sonhar, já ultrapassou em muito as minhas expectativas...
Amigos de Curitiba – Valeu galera...
Esther (fã número um) – Realmente as mulheres parecem estar em muito maior número, talvez por serem mais extrovertidas... Muito obrigado pelas suas palavras de carinho e apreço...
Marlene – Muito obrigado Marlene pelo carinho...
Mãe e avó fã de Niterói – Muito obrigado pelas felicitações... Ao ler esta nova parte creio que entenderá melhor aonde eu queria chegar... Mas caso ainda tiver dúvidas, me avise que terei todo o prazer em esclarecê-la... Espero que os seus problemas com o seu filho e nora já estejam sanados... Obrigado pelo carinho...
Noralice – Valeu Noralice...
Margarida Gomes – Minha querida leitora, realmente o desemprego é um problema grave que assola a nossa sociedade, e como vai ver existem alternativas simples e que poderiam resolver isso de forma definitiva, mas infelizmente só na nossa cidade verde... Espero que o seu irmão já tenha resolvido esse grave problema... Obrigado pelo carinho...
Clarinha Alves – Obrigado pelo carinho Clarinha Alves...
Clarisse RJ – Creio que pelo menos estou fazendo com que todos pensem um pouco mais e que sonhem um pouco além desta difícil realidade em que se transformou o nosso mundo... Obrigado pelo carinho Clarisse...
Nádia – valeu Nádia...
Sofia – Existo sim, pena mesmo é não existir a nossa cidade virtual... rss... Obrigado pelo carinho Sofia...
Maísa – Valeu Maísa, consegui surpreendê-la com o avião... rss...
Seguidoras anônimas da USP - Valeu galera pelas vossas palavras de incentivo e carinho... Vocês podem propor temas, que assim que puder eu tento incluí-los no nosso blog...
Rosa Maria – Valeu Rosa Maria, obrigado pelo carinho...
Tainá – Valeu Tainá... Adorei o “meu maior mestre e virtual”... rss... Obrigado pelo carinho...
Vera – Gosto de desafiar os dogmas existentes e normalmente parto de utopias, eu tinha este projeto de arquitetônico de cidade e resolvi mostrá-lo para o mundo... Mas algumas das soluções que encontrei foram tão surpresas para vocês quanto para mim... rss... Obrigado pelo carinho...
Genilda – Obrigado Genilda... Desta vez consegui ser mais rápido... rss... Até eu estou surpreso...
Estudantes de direito – Podem não ter emprego, mas terão trabalho... Cuidado co a pílula azul... rss...
Estudante de Pernambuco – Valeu galera de Pernambuco...
Seguidoras amigas de Manaus – Podia ser sim... Mesmo sabendo que o clima aí é um pouco difícil, eu me mudaria... Obrigado pelo carinho...
Arquiteta inexperiente – Sonhar é preciso... Obrigado pelo carinho...
Alba – Obrigado Alba... Eu também gosto muitos de todos vós... É muito legal a nossa interação...
Jovem mãe do Leblon (rj) – Assim que puder eu falarei um pouco mais sobre educação, mas veja com atenção o programa de televisão que realmente dá para se aprender muito... Que pena que não tinha quando eu passei por essa fase na minha vida... Obrigado pelo carinho...
Nova seguidora- prof. de história - RJ – Eu depois vou expor minhas idéias sobre esse assunto tão importante – educação nas escolas – mas espere algo revolucionário... rss... Tente se conectar com eles, normalmente essa violência é única forma que eles encontram de exteriorizar seus sentimentos, medos e incompreensões... Antes de ser professora você tem que ser uma amiga... Eu sei que não é fácil... Mas para elas (crianças) é bem pior... Boa sorte na sua empreitada... Obrigado pelo carinho...
Maria Eduarda e Flavinha – Obrigado meninas... Espero que agora quando lerem esta parte vocês entendam melhor, mas se tal não acontecer, me avisem que eu faço um pequeno resumo, ok?... Mas cuidado com a pílula azul... rss... Brincadeirinha...
Helena – Que bom que a faço pensar... Agora já vai poder saber o que vamos fazer com os desempregados, mas cuidado com a pílula azul... rss... Obrigado pelo carinho, bjs
Minhas queridas amigas, Maria da Penha e Laura – Espero que essa crise de ciúmes já tenha passado e que, como boas irmãs, já tenham feito as pazes... Este nosso blog é para nos fazer pensar, sonhar, relaxar... Eu ficaria muito triste se ele fosse motivo de quizílias entre duas irmãs que tenho a certeza que se adoram... Vamos levar a vida mais na desportiva, vamos brincar mais, sorrir mais... beijos carinhosos para as duas e um abraço no filhão, aproveito também para agradecer na ajuda da interpretação do nosso blog... rss...
Larissa – Brigado Larissa...
Marilena Carvalho antiga seguidora – Agora já vai poder ver a solução... Mas cuidado com a pílula azul... rss... Obrigado pelo carinho...
Marcílio – Será que me saí bem?... Mas cuidado com a pílula azul... rss...
Bia – Um beijinho para ela (vó) também...
Fernanda – Essa sua curiosidade... Cuidado com a pílula azul... rss...
Leila professora e amiga – “calendário anual, pra gente ler todos os dias”, que legal... Adorei... Obrigado Leila pelo carinho...
Mariana – As idéias têm essa magia sim... Obrigado pelo carinho Mariana
Suas fãs pernambucanas – Obrigado pelo carinho...
Cássia – Pode puxar à vontade que eu não fico aborrecido, bem antes pelo contrário, é sinal que existem pessoas interessadas neste nosso sonho meio utópico, mas legal... Obrigado Cássia
Sarita – Algumas realidades são difíceis mesmo... Parece que esse “direito” que você mencionou, anda meio que torto... Obrigado pelo seu carinho Sarita...
fãs baianas – Nosso novo tema vai ser – energia – e vocês vão ver que esta nossa utópica utopia, vai ter que ser encarada de frente nos próximos vinte anos (no máximo)... Se ficarem atentas, verão que em todo o mundo se estão fazendo experiências de cidades verdes auto-sustentáveis (ou quase), pois esse é sem dúvida o próximo grande desafio da humanidade... Eu entrei nesta parte mais social, pois são temas que sempre me preocuparam e nunca me conformei com as soluções adotadas e para vos mostrar que existem outras soluções e que devemos estar abertos e cientes delas... Obrigado pelo carinho... bjs...
Doralice – Vocês vão constatar que no próximo tema – energia – o mundo não tem outra alternativa (pelo menos por agora) a não ser partir para cidades verdes auto-sustentáveis... Só assim o homem se poderá se perpetuar...
Carla – Sonhar é bom... Obrigado pelo carinho Carla...
Taty Fortaleza – Eu sei, demorei um pouquinho, me desculpe... E obrigado pelas felicitações, mas desta vez eu consegui andar mais rápido... rss... Obrigado pelo carinho e pelo puxão de orelha... rss...
Carminda – Me desculpe eu sei que demorei demais, mas espero que tenha valido a pena... Obrigado pelo carinho Carminda...
Marlene – Sobre o serem sócios eu explico – As empresas de vanguarda já estão fazendo isso, repartindo obrigações e lucros oferecendo ações aos seus funcionários, além de não haver horários fixos (sistema de metas ou tarefa), poder levar o seu bicho de estimação para o seu local de trabalho ou trabalhar em casa, mesmo a centenas de quilômetros de distancia... Obrigado pelo carinho Marlene...
Amiga e fã Almerindinha – Minha querida fã e amiga, espero que já esteja recuperada da usa operação às cataratas, felizmente hoje em dia, são relativamente fáceis e pouco evasivas, mas continuam a ser uma operação pelo que todo o cuidado é pouco... Sempre que quiser pode discutir e dissecar os assuntos que desejar, com certeza não terei respostas para todos eles, mas eu adoro ter novidades em que pensar... Desculpe-me se não fui tão esclarecedor quanto gostaria, mas estas idéias novas são por vezes difíceis de repassar... Vou-me esforçar um pouco mais... Melhoras e fico aguardando seus novos comentários, um beijinho carinhoso deste utópico sonhador...
Bia, mamãe, tias e vovó – Realmente mais uma vez estas eleições nos mostraram que a demo- cracia, não funciona, e a prova disso é realmente a eleição (quase aclamação) do Tiririca... E se conseguirem tornar inválida a sua eleição, então fica demonstrado que tudo isso é tão somente uma “mise-en-scene” caricata, mas já tínhamos tido um grande exemplo disso quando retiraram o Silvio Santos da corrida à presidência... Pessoalmente sou totalmente descrédito em política em todo o mundo... Nada disso me surpreende, nem um pouco... Obrigado pelo carinho beijinhos para vocês...
Mariinha de Sergipe – Fico muito contente por saber que você “anda catando milho” nessa máquina maravilhosa chamada computador, só por isso já valeu ter escrito o nosso blog... Fazê-la pensar e sonhar então não tem preço... Muito obrigado pelas suas palavras de carinho e incentivo...
Anônima escrevendo no trabalho – Ficar desempregado nos tempos que correm, não é fácil não... Muito obrigado pelo carinho...
Nanda – Muito obrigado Nanda pelo carinho...
Minha querida amiga Paula vale – Eu sei que é muito difícil de se superar de uma morte dessas, o quanto isso mexeu contigo... Mas você é uma grande guerreira e com certeza vais dar a volta por cima... Assim que a nossa cidade estiver pronta eu te enviarei um convite especial... rss... Beijos e obrigado pelo carinho... Manda um braço para o meu amigo Rucas...
Maria Constância – Minha querida amiga, fico muito contente de verificar que os assuntos tratados na nossa cidade verde a fazem pensar e mexem consigo... Quanto aos dias corridos, de vez em quando dê uma respirada e tire um tempinho só para si... Você deve isso a si própria, não esqueça... Obrigado pelo carinho...
Recentes seguidores, de Foz do Iguaçu - Maristela, Crê, Priscila e mais estudantes – Se vocês fizerem uma busca no nosso querido Google, verão que várias cidades verdes já foram, e estão sendo construídas... Elas não são iguais à nossa, mas o principio é o mesmo – auto-sustentabilidade, emissões zero, etc. ... Na próxima postagem falarei sobre “energia”, e lá vamos constatar que (para já) não existe outra escolha...
Bia – Lá em Portugal e em maior parte da Europa, as coisas não estão muito boas não... O equilíbrio lá é bem delicado e a irresponsabilidade norte americana afetou muito aquele continente... Vamos aguardar melhores dias...
nova seguidora PA – Adorei o “espaço cultural”... Sou um pouco didático sim... Obrigado pelo carinho...
Carmo – Desta vez até que não demorei muito... Até eu fiquei surpreso... rss... Mas cuidado com a pílula azul... rss...
Maria do Carmo – Muito obrigado pelo carinho Maria do Carmo...
Angélica - Desta vez até que não demorei muito... Até eu fiquei surpreso... rss... Mas cuidado com a pílula azul... rss...
Novos seguidores de S. Paulo - est. de engenharia – Mais tarde ou mais cedo vai acontecer, vejam o porquê na nova postagem sobre “energia”...
Maria Clara – Se estamos “botando muita gente doida com o nosso blog”, é porque estamos no bom caminho... rss... Veja a próxima postagem e verá que as cidades verdes terão (pelo menos para já) que ser a opção para o futuro... Obrigado pelo carinho Maria Clara... bjs
Estudante (suponho que de África) – Eu já vivi em África durante dois anos e tenho muito boas recordações desse lindo continente... Todos temos de lutar por tornar os nossos países melhores, cada um tem que fazer a sua parte... Aprender muito, ensinar muito, ajudar e ser ajudado... Só assim podemos construir um mundo melhor... Obrigado pelo carinho...
Clementina – Notei a sua falta... Que bom que se recuperou de sua doença... Creio que enquanto postava a parte 3, você estava postando o seu comentário... Espero que goste, embora ache que abusei um pouco... rss... Mas nós temos que mostrar novos horizontes... Mas cuidado com a pílula azul... rss... Brincadeirinha... Obrigado pelo carinho...
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Estabilidade e tranqüilidade... Emprego parte 3 Final
A solução que tenho para todas essas pessoas que estão desempregadas poderá ser considerada bem utópica beirando o mirabolante, mas dada a sua simplicidade e à quantidade de problemas que resolve, creio que ela ficará para sempre nas vossas mentes...

Então sentem-se,
apertem os cintos,
agarrem os guardanapos
que vamos viajar
um pouco na maionese...
apertem os cintos,
agarrem os guardanapos
que vamos viajar
um pouco na maionese...
rss...
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Acabei de receber o comentário dos futuros advogados com as suas preocupações legítimas de desemprego...
Eu sei, eu não agradei desta vez...
Mas...
(estes “mas” andam-nos perseguindo... rss...)
(estes “mas” andam-nos perseguindo... rss...)
Considerando o emprego uma escravatura maquiada, acham que iríamos querer isso para a nossa cidade verde?...
Claro que não... Mas então o que fazer?...
Bem, o problema é grave, 35.000 pessoas estão aguardando ansiosamente uma solução, porque aquela de não haver emprego para ninguém, foi demais... rss...
(tumulto generalizado...)
- Mas emprego e trabalho não é a mesma coisa?... Clamam os mais exaltados...
Será?...
Vocês têm a certeza?...
Creio que são coisas bem distintas...
Vamos ver um exemplo bem simples?...
Imaginemos dois tipos de sociedade:
Uma, a que nós conhecemos e vivemos e a outra, uma sociedade ainda “primitiva” onde não existe o dinheiro e tudo se faz através de trocas...
Ambas têm necessidade de produzir tijolo de barro seco ao sol, feito manualmente para uso nas suas habitações...
Na nossa sociedade esse tijolo é feito numa fabriqueta rudimentar, onde o patrão emprega três pessoas:
1 vendedor e dois trabalhadores que produzem em conjunto 2000 tijolos por dia.
Na sociedade primitiva duas pessoas cuidam da produção e produzem os mesmos 2000 tijolos.
Logo à partida vimos que na nossa sociedade atual é necessário o dobro das pessoas para produzirem a mesma coisa (sociedade administrativa), mas como as pessoas querem emprego, vamos considerar isso como um ponto positivo...
Agora vamos introduzir uma máquina que dobra a produção em ambas as sociedades e verificar o que acontece...
Na nossa sociedade, o efeito imediato é a baixa de preços para a metade, pois a concorrência é acirrada...
Agora a fabriqueta tem que vender o dobro, mas não tem mercado...
Que fazer?...
Meter mais um vendedor ou despedir um homem da produção?
Meter um vendedor implica aumentar a despesa e num período tão crítico, a fábrica pode falir...
Opta então por despedir um homem da produção...
O lucro cai para bem menos da metade e como conseqüência tem que reduzir os salários...
Os trabalhadores entram em greve salarial...
Os sindicatos fazem pressão, mas após alguma negociação chegam a um entendimento...
Pequena redução do salário...
O lucro agora é mínimo...
Qualquer oscilação do mercado, e a fábrica entra no vermelho...
O patrão fica propício ao fechamento da sua fabriqueta...
Saldo:
- Tijolo a metade do preço que o mercado adora...
- Um trabalhador desempregado (desesperado)...
- Dois com salários reduzidos e na eminência de irem para o desemprego também...
- Patrão arrancando os cabelos, pois o negócio ficou pouco rentável, de alto risco e pode ter que fechar a qualquer momento...
Agora vamos ver o que acontece na sociedade primitiva:
Com a máquina e as duas pessoas trabalhando, ao meio dia os tijolos estão prontos e eles vão ajudar os outros nas tarefas existentes e todos acabam mais cedo as suas obrigações. Ou seja, simplesmente reduziu a jornada de trabalho de todos...
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Viram a diferença?...
Na nossa sociedade administrativa empregatícia, a introdução de uma máquina resulta em desemprego, fechamento de indústrias, instabilidade financeira, maiores riscos e em alguns casos menos lucros...
Numa sociedade de trabalho a introdução de uma máquina se traduz em
redução da jornada de trabalho...
Ir para casa mais cedo e curtir uma piscina...
É... A diferença é bem grande...
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Se é tão bom porque não nos transformamos então numa sociedade de trabalho?
E como fazer isso acontecer?...
Simples... (tudo é simples na nossa cidade verde, até dá para desconfiar... rss...)
Em vez de criarmos um centro de emprego, criamos um centro de trabalho...
É só mudar o nome?...
Não...
É simples sim, mas não exageremos... rss...
Vamos ver primeiro quais são as nossas necessidades:
- Dinheiro... (Responderam todos vocês em uníssono...)
ERRADO...
Nós comemos dinheiro?...
Vestimos dinheiro?...
Moramos debaixo do dinheiro?...
- Não!!...
Eu sei... O dinheiro compra tudo isso, mas nós já vimos que o valor das coisas é igual à mão de obra nelas empregue (mais especulação), e como mão de obra é o que não nos falta (35.000 pessoas), isso quer dizer que afinal nós temos muito dinheiro...
Ou melhor dizendo, temos como produzir muito dinheiro...
Para isso só temos que trabalhar...
- Mas trabalhar como?... Se não existem empregos!!!...
Nós não necessitamos de alguém nos chicoteando para que trabalhemos...
Será que não nos podemos organizar e simplesmente trabalhar?...Produzir...
Não é assim que qualquer autônomo faz...
Acorda e começa a trabalhar... Não tem mistério...
Produzir o quê?...
As nossas necessidades... Não é óbvio?...
Vamos organizar o nosso pensamento:
O que nós necessitamos para viver?...
Quais as nossas necessidades básicas de integração social?...
1ª. Alimentação
2ª. Vestuário
3ª. Casa
4ª. Mobília e eletrodomésticos
5ª. Energia
6ª. Carro
7ª. Telefone
8ª. Computador
9ª. Banda larga
10ª. Educação
11ª. Saúde
12ª. Medicamentos
13ª. Desenvolvimento, inovação e tecnologia.
2ª. Vestuário
3ª. Casa
4ª. Mobília e eletrodomésticos
5ª. Energia
6ª. Carro
7ª. Telefone
8ª. Computador
9ª. Banda larga
10ª. Educação
11ª. Saúde
12ª. Medicamentos
13ª. Desenvolvimento, inovação e tecnologia.
A ordem não será necessariamente esta, mas não importa...
Agora só temos que quantificá-las e produzir...
Sim... Em vez de comprarmos, produzimos para nós mesmos...
A nossa cidade tem uma zona verde em volta pronta para ser cultivada e cinco grandes zonas industriais além de uma floresta que tem que ser mantida e explorada, logicamente dentro da sustentabilidade que sabemos necessária...
Já começamos bem, mas falta ainda muita coisa...
É verdade...
Primeiro temos que saber o que realmente temos de fazer... Depois nos organizarmos...
E depois trabalharmos...
Vamos à primeira parte:
Como tudo isto vai funcionar?...
Uns cultivam batatas e outros cenouras e trocam entre si?...
O principio é esse, mas com certeza podemos fazer melhor...
Mas como vamos saber quantos quilos de batata vale um porco?...
Temos inicialmente de encontrar um padrão que se adapte a tudo e resolva todos os problemas...
Mas isso não é o que faz o dinheiro?... A moeda?...
É sim, mas eles carregam problemas como nós já sabemos...
O que eu pensei foi em tempo... Tempo?...
Agora vamos vender e comprar tempo?... Piorou...
Calma...
Atualmente compramos e vendemos produtos... Certo?...
O preço dos produtos nós já sabemos que é composto de mão de obra mais especulação... Certo?...
E o que é mão de obra?... Não é o TEMPO que demoramos a fazer o produto?...
Lembram-se da areia que era de graça, era só pegar no rio...
Nós só pagávamos o TEMPO que o pedreiro demorava a trazer do rio até à nossa obra...
Dinheiro = mão de obra
Mão de obra = tempo
Logo >>> Dinheiro = tempo
Mão de obra = tempo
Logo >>> Dinheiro = tempo
Se (hipoteticamente) um criador de porcos chega à conclusão que para criar cada porco gastou em média uma hora...
E se o agricultor verificar que gastou (hipoteticamente) em média cinco minutos para cada quilo de batatas produzidas...
Então, um porco vale 12 quilos de batatas...
(1 hora = 60 min >>> 60 min : 5 min = 12)
Viram como funciona bem...
Eu sei, tem mais alguns probleminhas a resolver...
Vamos então ter uma moeda chamada tempo?...
- Meu filho vai ali e compra-me 5 minutos de alface... É isso?...
Ficou estranho beirando o bizarro... rss...
Mas é quase isso sim...
É só arranjar um nome para essa “moeda”. Para cada item produzido, será calculado o seu tempo padrão efetivo total de fabrico, e esse seria o seu valor fixo (até se descobrir novo e melhor método de fabrico).
Após encontrarmos o valor em tempo de cada item,
as pessoas trabalhariam por sistema de “tarefa”...
Para quem não conhece o termo eu dou um exemplo:
Supondo que se chegasse à conclusão que o tempo padrão para se produzir uma camisa fosse de 3 minutos, então para cada camisa produzida seriam contabilizados 3 minutos, independente se você demorar 1 ou dez minutos...
Assim, teríamos preços fixos e o controle seria automático e independeria do estado de espírito e da prática da pessoa.
Aqui vamos chamá-la de MOE – iniciais de Mão de Obra Efetiva (o “efetiva” eu já explico)...
Não haveria necessidade de dinheiro impresso, tão somente um tipo de conta corrente (com vários backups de segurança é claro) que poderá ser acessada de qualquer computador, como qualquer conta bancária atualmente...
Nós já sabemos que a nossa cidade verde vai ter controles biométricos (reconhecimento facial, de impressão digital e reconhecimento de voz) pelo que dispensa qualquer outro dispositivo...
Vamos explicar então o porquê do “efetiva”...
Vamos supor que fizemos uns quadrinhos muito bonitinhos e colocamos à venda...
A nossa mão de obra só se vai efetivar quando vendermos todos os quadros, senão todo o trabalho das peças que não conseguirmos vender será perdido...
Então na nossa cidade nós só vamos produzir e estocar os produtos que temos a certeza que haverá compra (alimentos, vestuário, calçado clássico, etc.), e os outros produtos só se produzirão por encomenda.
- Mas se nós necessitarmos urgentemente de uma camisa, vamos ter que esperar pelo seu fabrico?...
Não...
Os modelos considerados clássicos, que sempre se venderão, vão estar na prateleira, já aquela camisa da moda, essa você vai ter que esperar... É claro que teremos que ter em consideração um pequeno percentual de perdas, advindas de causas diversas...
Para que funcione bem, vamos ter que verticalizar ao máximo, para que não haja distorção de mão de obra empregue...
Eu explico:
Na indústria chama-se verticalização quando se produz o produto do principio ao fim. Vamos ver o exemplo da camisa:
Para termos um fabrico totalmente verticalizado nós teríamos que produzir:
O algodão
O fio de algodão nas suas diversas cores e espessuras...
O tecido
A tintura
Os botões
As linhas para cozimento.
A embalagem e mais um cem números de pequenos insumos...
Algumas destas coisas com certeza não vamos poder produzir, atendendo à pequena demanda, mas...
Para colmatarmos esses possíveis problemas, a cidade se especializaria num determinado tipo mercadoria e a usaríamos como moeda de troca (ex.: têxtil)
Quando dez ou vinte cidades verdes se fizessem presentes, poderiam trocar entre elas essas faltas e até justificar a abertura de alguns tipos de indústria...
- E a educação e a saúde?...
Lá nada se produz!!!...
Produz sim... A educação produz bons e cultos cidadãos e a saúde produz cidadãos saudáveis que podem produzir... Lá nada se produz!!!...
É claro que nesses serviços e muitos outros que compõem as nossas necessidades, as horas neles trabalhados seriam contabilizadas em MOE’s...
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Resumindo até agora:
Então nós formaríamos uma central de trabalho para produzirmos para nós mesmos...
A moeda seria MOE (mão de obra efetiva), mas não seria impressa e teríamos, por exemplo, uma indústria têxtil mais desenvolvida para vendermos para fora e assim podermos comprar matéria prima e alguns artigos que não produzimos...
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E esses artigos em que moeda seriam comercializados?...
Em MOE´s logicamente...
- Mas eles não foram comprados com dinheiro?...
É verdade, mas foram trocadas por mercadorias cujo preço nós sabemos em MOE´s (nasce o cambio).
Eu explico melhor:
Vamos supor que o produto que nós vendíamos para trocar por outras mercadorias eram camisas e as camisas nos custavam 3 MOE’s.

Se trocássemos por exemplo um vídeo game por 10 camisas, então ele nos custaria (3 MOE’s x 10) 30 MOE’s.
Agora vamos pensar que esse vídeo game custava USD$100,00.
Então o cambio seria: 30 MOEs =USD$100,00...
Simples assim...
- E como o cambio varia?
Se nós conseguirmos produzir as camisas em metade do tempo, (lembrem-se que a nossa moeda é tempo) então o preço da camisa passava a custar 1,5 MOE’s... Certo?
Mas, 10 delas continuam comprando o vídeo game... Correto?...
Então agora o cambio seria:
15 MOEs = USD$100,00
xiiiiiiiiiiiiiiii... Até cambio nós já temos...
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Mas temos outro problema a ser resolvido: Diferença qualitativa das mãos de obra...
O nosso centro de trabalho vai com certeza ter necessidade de mão de obra qualificada (médicos, enfermeiras, engenheiros, etc.) e nós sabemos que ela (mão de obra qualificada) tem outras mãos de obra agregadas (ensino) e, portanto vale mais, como resolver?...
É verdade...
Enquanto a pessoa que não quer estudar fica disponível para o trabalho aos 18 anos, os que cursarem o ensino superior só vão ficar disponíveis aos 24, 26 anos...
Como fica?...
Quando o médico sair para o mercado de trabalho, o que não estudou já tem centenas ou milhares de horas, além de que o médico ainda tem que pagar pelos seus estudos...
Não está certo... Realmente não...
Mas existe uma solução...
Se a faculdade for paga pela cidade verde e o aluno receber como qualquer outro trabalhador que estiver trabalhando, ou seja, os alunos dos cursos superiores são pagos para estudar e não pagam a escola (desde que tenham aproveitamento é claro), então, desta forma as mãos de obra se igualam...
Mas se a MOE é tão somente uma moeda como outra qualquer, qual é a diferença?...
Muita... Analisemos:
O dinheiro trás junto o lucro, especulação, juros e possibilidade infinita de acúmulo...
Mas a nossa moeda é diferente...
É pura...
Não tem lucro, nem especulação, nem juros e sua possibilidade de acúmulo é limitada às horas de trabalho da pessoa...
As MOE’s são pessoais e não podem ser repassadas para outra pessoa, nem por herança...
As pessoas até podem comprar bens e oferecê-los, mas não MOE´s...
Desta forma simples, ninguém vai ter fortuna em MOE’s...
No máximo, e se desejar trabalhar mais do que o necessário, poderá ter um crédito maior de MOE’s.
Neste sistema, as pessoas até podem juntar alguns bens, mas não MOE’s, além do humanamente possível...
E para que tudo funcione realmente direito, as MOEs serão totalmente rastreáveis, e atestadas por diversos grupos de pessoas, de forma a tornar quase impossível a fraude...
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Vamos resumir de novo porque estas novas idéias são um pouco difíceis de se compreender de primeira: 1. Criação de um centro de trabalho para produção de bens.
2. O preço dos produtos será medido em tempo, que dará lugar a uma “moeda”, neste caso MOE (mão de obra efetiva).
3. Cada produto terá o seu preço em MOE’s preestabelecido e o trabalho será por tarefa.
4. Os cursos superiores serão pagos e custeados pela cidade verde a fim de nivelar as mãos de obra.
5. As MOE’s serão pessoais, totalmente rastreáveis, não repassáveis nem por herança.
6. A cidade se especializará num determinado produto que produzirá para “exportação” de forma a trocar por produtos e matéria prima que não produza e isso dará lugar ao cambio.
E as máquinas?...
Nas sociedades produtivas as máquinas são muito bem vindas, pois elas são sinônimo de redução de tempo de trabalho... - Mas elas custam dinheiro e são caras...
Isso é verdade sim...
Nós inicialmente teríamos que nos capitalizar, juntar nossas reservas ou mesmo pedir empréstimos para as adquirirmos...
Existe um grande mercado de máquinas usadas a bons preços, pelo que poderíamos começar por aí...
Agora só falta saber as quantidades dos produtos que teremos que produzir... Isso é relativamente simples...
Vamos tentar calcular quantas camisas e blusas nós teríamos que fabricar para determinarmos o tamanho da fábrica:
Teremos de partir de um número médio lógico de consumo per capita. Neste caso vamos pensar a título de exemplo em 4 peças por pessoa por ano.
Então teríamos que produzir cerca de (4 x 50.000) 200.000 camisas / ano.
Então é só montar uma fábrica com esta capacidade de produção. Agora vamos tomar consciência de uma realidade que nos escapa...
Vocês sabem quanto tempo é necessário para se confeccionar uma camisa social?... Eu perguntei a algumas pessoas e estas foram as respostas:
- Seis horas...
- Uma hora...
- Quinze minutos...
Mas a realidade é esta: Neste link temos um exemplo que nos diz que uma camisa social demora 17,12 segundos para a sua confecção.
http://www.modavestuario.com/priciladeoliveira.pdf
Por aqui já temos a noção do quanto rápido se produz...
E o porquê da escassez de emprego...
É na indústria que o homem manifesta toda a sua capacidade inventiva aliada à praticidade de métodos, reduzindo mais e mais os tempos de fabrico dos nossos bens...
É claro, que as pessoas viram robôs ou simples peças de uma “máquina semi-orgânica”, mas a indústria é assim mesmo e só temos que agradecer, pois só dessa forma podemos usufruir de tanto conforto...
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Agora vamos elevar este processo ao nível da excelência...
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Como funcionaria a nossa conta corrente de MOE’s?...
Desde o nosso nascimento até à entrada na faculdade, nós iríamos acumulando dívidas (alimentação, vestuário, medicamentos, educação, etc.), que seriam debitadas na nossa conta corrente (os pais adoraram isto...) e nós teríamos de as saldar com MOE’s assim que iniciarmos a nossa vida de trabalho...
Após o saldo das dívidas acumuladas, teremos de, além de pagar o nosso consumo diário, fazer um estoque de MOE’s para a nossa aposentadoria.
O valor do acúmulo das MOE’s determinará a idade da nossa aposentadoria, partindo-se de uma expectativa de vida superior à média atual (72.7 anos) é claro...
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/09/24/expectativa_de_vida_do_brasileiro_sobe_para_72_7_anos_diz_ibge-548355779.asp
Isso gerará estoques, que quando atingirem os seus limites reverterão em redução de horas de trabalho para todos...
Desta forma, simples e clara, todos teriam uma aposentadoria digna, sem qualquer tipo preocupações (alimentação, casa, saúde, medicamentos, roupa, energia, telefonia, etc.) ...
Sabendo que muitos dos recursos usados são finitos (minerais, etc.), o consumo individual terá que ser limitado a valores lógicos de conforto, de forma a evitarmos desnecessários acúmulos de bens, já que os mesmos serão muito baratos como já vimos...
É aqui que a educação terá um papel fundamental...
Logicamente que um sem número de outros problemas terão que ser resolvidos, aqui só vos mostrei os principais para verificarem que existem soluções e que são relativamente simples e práticas...
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Agora que já entendemos que todos nós vamos trabalhar e produzir efetivamente, falta sabermos quantas horas serão necessárias para atender a todas as nossas necessidades...É relativamente fácil de se achar esse número...
Mas preparem-se vocês vão ficar chocados, quiçá traumatizados...
Se estivéssemos no filme “Matrix” com certeza estaríamos na cena da escolha da pílula e o diálogo seria:
Todos nós nos sentimos explorados por uma ou várias entidades ocultas, mas não sabemos quanto nem como...
- Se vocês querem saber a verdade, tomem a pílula azul e leiam o blog até ao final...
- Se querem continuar vivendo nessa ilusão, tomem a pílula vermelha e fechem este blog...
Mas de uma coisa vocês têm que estar conscientes,
depois de saberem a verdade
não tem como voltar atrás...
depois de saberem a verdade
não tem como voltar atrás...
...rss...
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Acompanhem-me nestes cálculos:...........................................................
Hoje nós trabalhamos cerca de 8 horas por dia e:
Sabemos que 50% delas nos são “retiradas” em impostos...
Então, na nossa sociedade de trabalho, só teríamos de trabalhar 4 horas,
porque estamos trabalhando para nós mesmos...
Nós também sabemos que nos produtos que compramos tem todo o peso da nossa sociedade administrativa: lucro, pró-labore, aluguel do comercio, juros, transporte, vendedores, especulação, propaganda, embalagens, etc. ... (nós já vimos que a diferença entre preço de fábrica e preço final é em maior parte dos casos superior a 200%)
Vamos só considerar 50% (número bem conservador) para esse item...
Então se retirarmos 50% das nossas 4 horas,
elas passam para 2 horas...
elas passam para 2 horas...
“Tá” a ficar bom...
Na nossa Cidade Verde, ainda poderemos reduzir substancialmente esse número, atendendo a que:
1. Os carros serão muito baratos, o combustível será gratuito ou quase gratuito...
2. O lixo residencial está resolvido sem nos trazer custos, antes pelo contrário gerando adubo e fertilizante.
3. O abastecimento de água para as residências se faz pelo aproveitamento das águas das chuvas.
4. O consumo energético é bastante baixo.
5. A segurança está resolvida de forma simples e barata.
6. Até militares nós temos a custos insignificantes...
7. Etc. (ainda não revelado)...
Se nós atribuirmos a todas estas benesses um fator (continuando a ser bem conservador) de 25%, então as nossas necessidades de trabalho diário passariam para 1.5 h, ou seja,
1 hora e 30 minutos...
É claro que podíamos continuar retirando, por exemplo, os atuais 13% de desempregados e os muitos trabalhadores informais, pois desta forma todos estariam trabalhando e produzindo efetivamente, mas vamos deixar esses valores para a aposentadoria que temos de acumular...
Eu avisei que vocês iam ficar chocados...
Realmente quando sabemos que nos matamos a trabalhar, e que com hora e meia de trabalho efetivo nós podíamos resolver toda a situação incluindo educação, saúde e aposentadoria, fica difícil...
Assim não dá...
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Agora eu vou-vos explicar porque retirei os impostos:
Um sistema de trocas não dá lugar a impostos, legalmente falando, mas...
Um governo só tem razão de existir (e logicamente cobrar impostos) se nos prover de quatro coisas fundamentais:
Segurança
Justiça
Educação
Saúde
Justiça
Educação
Saúde
Como sabemos, maior parte dos governos atuais estão longe de cumprir alguns (senão todos) destes itens essenciais que justificação da sua existência...
Na nossa Cidade Verde só nos falta resolver o problema da justiça, que mais tarde falaremos... Então, se conseguirmos resolver este último item, importante e fundamental, não se justifica o pagamento de impostos para ninguém...
Não estou dizendo que não haja necessidade de termos na nossa cidade uma estrutura organizada para coordená-la (mais tarde falaremos nisso também)...
Estou dizendo que não é necessário pagarmos 50% do nosso suado trabalho para isso, já que estamos resolvendo os principais pilares que sustentam a existência de um governo e que “poderiam justificar” tal descalabro...
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Eu avisei que era bem utópico e uma grande viagem na maionese,
...mas dá muito que pensar...
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A estabilidade e tranqüilidade
chegaram à nossa Cidade Verde...
Agora vocês já sabem....
Quem mandou vocês tomarem a pílula azul... rss...






























